Não temos escolha (novamente)

   Quem presta um pouco mais de atenção na política recente brasileira é conhecedor de que o governo Dilma não difere em nada da gestão de outros presidentes que já passaram por Brasília. Vejo a era PT com todos os problemas que já passamos com outras legendas partidárias, com uma diferença, a era PT não só manteve toda a sujeirada como a potencializou.

   Infelizmente neste segundo turno a disputa presidencial deixou o brasileiro sem saída. De um lado temos um candidato envolvido em corrupção e com um apoio político que escancara que este também não será uma escolha favorável aos brasileiros. Mas como falar deste apoio sem parecer uma teoria da conspiração?¹-² Um pouco mais de pesquisas: livros, professores, garimpo na internet e uma busca por citações passadas do próprio político, ajuda.
Uma dica de ouro: Se decidir assistir um debate político, preocupe-se mais em dá atenção as perguntas que o candidato enrola e não responde do que naquelas que ele responde, estas, geralmente é promessa.

  De qualquer forma não tem como não enfatizar o "merchandiser subliminar", até porque é onde os menos esclarecidos conseguem visualizar a presença da parcialidade desta mídia brasileira. As vezes este tiro sai pela culatra justamente porque a alienação costuma induzir o oprimido a defender seu opressor e nós que exibimos o fato ficamos como tolos. Você que leu até aqui peço que seja cético neste entorno e busque prestar mais atenção neste processo, este é meu objetivo. Liberte-se.

Neste foco vou postar uma imagem, um vídeo e este link.
Quanto ao vídeo, este foi proibido a veiculação na época.


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